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quinta-feira, 27 de maio de 2010

panfleto destribuido na belmira.grajau

nao sei se vai dar pra ver direito o q ta escrito nesse panfleto,mas está convidando a todos a fazer um protesto contra o transito terrivel na regiao da av.dona belmira martim dia 28 de maio as seis da manha em frente ao circo escola.
a minha pergunta é:quem vai?as 6 da manha??ja é terrivel enfrentar o transito...ter q sair mais cedo pra protestar contra uma coisa q vai precisar de uma reforma enorme,pois a avenida é super estreita,senão for protestar lá!!onde tem gente poderosa que realmente veja,não acredito que seja aqui na belmira,um lugar escondido,q o acesso é dificil...esses bairros de periferia só se incomoda os pobres...nem politico vindo fazer campanha se incomoda, não precisa pegar buzão lotado!!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

São Paulo é o máximo!!!


as vezes me sinto envergonhada de ser paulista,e não conhecer sampa...moro em São Paulo a dezesseis anos,só um ano é que morei em pernambuco,gosto muito do nordeste,mas em questão de trabalho o negócio é aqui...de que adianta o paraíso sem dim dim?mas eu quase não ando no centro de sao paulo,e eu pareço que prestes á fazer 30 anos estou começando a descobrir as coisas...inclusive q o cantor roberto carlos tinha uma parte da perna q é mecânica..kkk,
bom,eu fui resolver umas coisas no centro,que não sei o motivo aprendi a chamar com meu marido de (cidade)é!!quando vamos ao centro, falamos:vamos a cidade.coisa de interiorano talvez...
mas eu sou tão encantada com o centro histórico,que acho q a unica pessoa que anda com a cara pra cima lá sou eu!!eu não conheço nada de arquitetura mas fico imaginando como foi fazer aquelas esculturas tão arredondadas..
fico imaginando a cidade vazia,ruas ainda de terra,e cheia de arvores!
eu não resisti,entrei no museu de anchieta no pateo do colegio,onde foi fundada a cidade,e esta repousando o corpo de padre anchieta,o que mais eu fiz lá dentro foi ficar na janela olhando o horizonte imaginando o que eles avistavam quando chegavam a janela...hoje em dia são tantos prédios que a imaginação tem que ser boa!!
eu me senti tão ingrata a sampa...se ela é hoje super lotada estressante,poluida e etc..é porque recebeu e recebe a todos!!todos querem tirar sua laquinha...eu andei olhando bem as lanchonetes,as lojas..muitas centenárias...as pessoas que são muito acostumadas a andar por lá,não reparam tanto...até acho bom só ir de vez em quando,por que da um saudosismo do que não fiz,do que não vivi,eu nao olho essa sampa de agora,nem sinto o¨cheirinho¨de xixi nas calçadas que servem de banheiro para os sem teto,que parecem ja fazer parte da paisagem(infelizmente)mas deixo aqui meu amor ingrato,mas amor por SÃO PAULO...

sábado, 15 de maio de 2010

a viagem de trem (para seu zézé)in memórian



Nossa vida é:
como uma viagem de trem, cheia de embarques e
desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de
surpresas agradáveis com alguns embarques e de
tristezas com os desembarques...

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem,
encontramos duas pessoas que, acreditamos, farão
conosco a viagem até o fim:
Nossos pais. Não é verdade?

Infelizmente, em alguma estação eles
desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinhos,
proteção, amor e afeto.

Muitas pessoas tomam esse trem a passeio.
Outros fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E no trem há, também, pessoas que passam de vagão a vagão,
prontas para ajudar a quem precisa. Muitos descem e
deixam saudades eternas.

Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos,
ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes do nosso.
Isso obriga a fazer essa viagem separados deles.
Mas claro que isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos
nosso vagão e chegarmos até eles.
O difícil é aceitarmos que não podemos nos assentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.

Essa viagem é assim:
cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques.
Sabemos que esse trem jamais volta.
Façamos, então, essa viagem, da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto, poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso.

Nós mesmos fraquejamos algumas vezes.
E, certamente, alguém nos entenderá.
O grande mistério, afinal, é que não sabemos em qual parada desceremos.

E fico pensando:
quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meu filho viajando nele sozinho será muito triste.
Separar-me de alguns amigos que nele fiz, do amor da minha vida,
será para mim dolorido. Mas me agarro na esperança de que, em
algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando desembarcaram.

E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, posso ter colaborado
para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.
Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai
diminuindo sua velocidade... Quem entrará? Quem saíra?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo íntimo,
deixaram desmoronar.

Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o
melhor de "todos os passageiros". Agradeço a Deus por você fazer parte da minha viagem, e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza,
o vagão é o mesmo.

autor:Silvana Duboc

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Menor cidade do Brasil tem 837 habitantes


No interior de São Paulo, a 430 quilômetros da capital, está Borá, a menor cidade do Brasil, com 837 habitantes. Lá, um vereador se elege com 17 votos e dois policiais bastam para fazer a ronda das ruas.Na delegacia, não há presos e o telefone de emergência da polícia raramente toca. O último homicídio registrado em Borá aconteceu em 2004. Um crime passional.Ainda assim, há quem ache o local muito agitado. Uma moradora reclama do “barulho dos passarinhos

”.